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sábado, setembro 23, 2006

Não se admite!!!!

MUNICÍPIOS (Percentagem utilizada do limite proposto)

ALPIARÇA, 157%

AMARES, 171%

ANSIÃO, 112%

ARMAMAR, 170%

AVEIRO, 216%

BARREIRO, 117%

CALHETA (São Jorge), 196%

CARRAZEDA DE ANSIÃES, 169%

CASTANHEIRA DE PÊRA, 181%

CASTELO DE PAIVA, 195%

CELORICO DA BEIRA, 181%

CHAMUSCA, 109%

CONDEIXA-A-NOVA, 108%

COVILHÃ, 227%

ESPINHO, 101%

FARO, 101%

FIGUEIRA DA FOZ, 147%

FORNOS DE ALGODRES, 137%

FUNDÃO, 168%

GOUVEIA, 161%

GUARDA, 136%

LAJES DAS FLORES, 205%

LISBOA, 158%

MACHICO, 198%

MAIA, 180%

MANTEIGAS, 120%

MARCO DE CANAVESES, 267%

MESÃO FRIO, 104%

MOIMENTA DA BEIRA, 104%

MONÇÃO, 124%

MONCHIQUE, 117%

MONDIM DE BASTO, 175%

MONTEMOR-O-VELHO, 173%

MOURÃO, 177%

MURÇA, 120%

NAZARÉ, 107%

ODIVELAS, 157%

OLIVEIRA DE AZEMÉIS, 133%

OLIVEIRA DE FRADES, 107%

OURÉM, 110%

OURIQUE, 178%

OVAR, 101%

PAREDES DE COURA, 122%

PORTALEGRE, 115%

PORTO MONIZ, 113%

POVOAÇÃO, 107%

REGUENGOS DE MONSARAZ, 119%

RIBEIRA GRANDE, 116%

RIO MAIOR, 125%

SANTA COMBA DÃO, 150%

SANTARÉM, 159%

SÃO PEDRO DO SUL, 194%

SÁTÃO, 127%

SEIA, 164%

SEIXAL, 121%

SESIMBRA, 130%

SETÚBAL, 131%

SINES, 192%

SOURE, 112%

TAROUCA, 102%

TORRE DE MONCORVO, 114%

TORRES NOVAS, 144%

TRANCOSO, 124%

VALE DE CAMBRA, 185%

VELAS, 180%

VILA DA PRAIA DA VITÓRIA, 131%

VILA DO CONDE, 164%

VILA FRANCA DO CAMPO, 194%

VILA NOVA DE POIARES, 172%

VOUZELA, 147%

RUAS ADMITE AVANÇAR COM PLANO

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (AMNP), Fernando Ruas, admitiu ontem que as autarquias vão deixar de apoiar os serviços desconcentrados do Estado, conforme noticiou ontem o CM. “O corte de verbas nas autarquias [com a nova legislação] vai diminuir a nossa actividade, pelo que não podemos continuar a dar apoio ao Estado como tem acontecido”, afirmou à agência Lusa Fernando Ruas.

As autarquias vão deixar assim de fornecer combustível à GNR e PSP, fazer pequenas reparações e jardinagem nos centros de saúde e escolas, entre outros serviços. “Quem faz estas reduções é o próprio Governo”, rematou Fernando Ruas. O presidente da Câmara Municipal de Gaia, Luís Filipe Menezes, defendeu ontem a posição assumida por Fernando Ruas.

“Acho que as autarquias nunca poderão cortar ou retaliar em matérias que sejam da sua competência, poderão é deixar de exercer competências do Estado, e isso, em meu entender, já deviam ter deixado de o fazer há muito tempo”, afirmou.


Fonte: Correio da Manhã


nem sequer vale a pena dizer que sesimbra é vila e passar 130% enquanto o Barreiro é cidade e têm 117%. mas que porcaria de gestão há na câmara. para jantares a comunidade educativa já a €uros.

2 comentários:

ultimo_da_fila disse...

Esses limites de endividamento resultam de fórmulas administrativas criadas pelo governo, com o objectivo declarado de baixar o défice público, e não têm nada a ver com a capacidade real de endividamento das autarquias, que deveria ser calculada com critérios contabilísticos e empresariais.

Miguel disse...

Obras e mais obras e depois dividas e embargos, vejam o exemplo da urbanização que estava aqui na minha querida aldeia das Pedreiras, tava a ser construida no parque natural da arrábida já com o terreno comprado e a obra paga e depois foi parada porque estava a infrigir a lei... enfim ficou um terreno completamente desflorestado com os materiais de construção e maquinaria a apodrecer no terreno.
Penço que depois de estar tudo a criar fogos e poluição é que se lembram de retirar dali o material.
PS: encontra-se no local um contentor com Gelamonite (tipo 33), qua ouvi falar, para quem não sabe o que é aqui fica o link http://www.spel.pt/gelamonite_det.htm .