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segunda-feira, outubro 15, 2007

"Projecto polémico agita Sesimbra"

A Misericórdia de Sesimbra planeia avançar com um projecto que está a levantar polémica e que visa a construção de uma nova sede, centro de dia, ATL, lar, unidade de cuidados continuados e centro de saúde.

Alguns irmãos (membros da Misericórdia) contestam o projecto, acusando a actual direcção de querer vender o património, prejudicando os interesses económicos da entidade, e de fazer parceria com uma “sociedade gestora desconhecida”. A actual direcção rejeita as acusações.

Manuel Bernardino, antigo provedor da Misericórdia, lidera o grupo de opositores ao projecto, apresentado sábado à noite, numa assembleia-geral tensa. No final não houve decisões, acabando por ser agendada nova reunião para daqui a dois meses.

Em declarações ao CM, Manuel Adelino faz acusações: “Está escrito nos estatutos que a Misericórdia não pode nunca vender o seu património, móvel ou imóvel, e o que a actual direcção quer fazer é alienar todo o património, incluindo terrenos e a própria sede, para financiar o projecto.” Quanto aos objectivos do projecto (criar novas unidades para substituir as actuais, mantendo valências para crianças, idosos e doentes), Manuel Adelino diz que o documento “não apresenta credibilidade e sustentabilidade financeira” e, se for para a frente, avança com uma providência cautelar.

O actual provedor, Alcides Carvalho, contestou as acusações e garantiu ao CM “que o projecto vai mesmo para a frente e só irá vender parte dos terrenos para rentabilizar o património e aumentar os serviços prestados pela Misericórdia aos utentes”, cujos interesses garante defender.



in Correio da manhã

75 comentários:

Anónimo disse...

É pena que as mess administrativas incluindo a do demagogo Dr. Manuel Adelino se limitem só a fazer gestão corrente, ter terrenos sem os rentabilizar, estando já um a ser ocupado por um vizinho, enquanto o lar da rua Cândido dos Reis tem 2 casas de banho par todos os idosos que estão lá instalados, e o lar do jardim não ter igualmente as condições necessárias exigidas pela segurança social é de bradar aos céus. È pena que os frustados da nossa terra usem a politica do bota a baixo, e as guerrinhas pessoais em vez do intersse de todos, penso que a geração da meia idade não fica muito feliz se quando chegar à 3ª idade ir para aqueles bons lares.......

Anónimo disse...

Eu até estive na Assembleia, a sala estava cheia tivce que ficar de pé, vai vi os interesses das forças em persença, a intervenção do Dr. Manuel Adelino foi de fartar de rir parecia as senhoras na paragem da urbana, em fez de discutir o projecto falava da sua gestão e comparava com a actual, até que chegou o padrasto de uma drª. funcionária da instituição com ares de arquitecto que afinal nãoé a dizer que o projecto é um chouriço e pôr em causa a viabilidade de Câmara doar o terreno em Sampaio para construção de um novo lar, chouriço pareceu-me este tal senhor, porque não esplicou porque falava de charcutaria, de certeza que este Sr. não sendo de cá desta terra, quando for velhinho não vem para cá para estes lares, o que eles querem sei eu.....

Anónimo disse...

Sendo a Santa Casa uma instituição de solidariedade social, fiquei perplexo pelo apego com que o Sr. Adelino esgrima argumentos para calar a sua frustação pessoal, pois para além de não ser nada na vida, perdeu um lugar que embora não lhe desse dinheiro, lhe dava estatuto (ou talvez lhe desse algo mais...). Ainda tentou fazer dos presentes parvos ao tentar argumentar contra um projecto que ele próprio não entendeu, dando argumentos opostos ao que realmente é o projecto. Em resumo, seria de rir se não estivesse-mos a falar do bem estar dos nossos idosos e dos mais carenciados.
Quanto ao critico dos chouriços, ele próprio com aspecto de presunto, diz que já fez centenas de projectos mas esqueceu-se, na qualidade de irmão, de pôr os seus préstimos ao serviço desta entidade de solidariedade social, o que nos deixa a pensar se ao serem irmãos, estarão mesmo a querer fazer solidariedade social.

Anónimo disse...

Então, e quantos novos irmãos entraram para a irmandade nos últimos dias? E de que lado estavam? E de onde vieram e onde trabalham?
Há alguém sério que me dê uma resposta correcta e não apalhaçada?
Já agora.

Anónimo disse...

Sou filho único, logo não sou "irmão" de ninguém da SCMS; não fui à Assembleia; não conheço o Sr Manuel Adelino nem o Sr. arquitecto "de uma charcutaria" (?? Esta nunca tinha ouvido!). Mas conheço e li o documento que lá foi apresentado pela Seges Saúde, SA. Assim, não posso deixar de me espantar com a tamanha ingenuidade revelada pelos primeiros três comentários a este post. Basta ler o documento para ver logo que aquilo tresanda a trapalhada e a negócio escuro. A linguagem usada, para além de completamente desadequada, é quase ofensiva na sua parolice! Faz lembrar outros documentos elaborados para defender outros projectos obscuros que se pretendiam fazer em Sesimbra. Refiro-me, como é óbvio, à Mata e a alguns textos da Pelicano!
E o envolvimento da Câmara neste negócio? Justifica-se porquê? E quais as contrapartidas para a Câmara? Tem que haver algumas não?
Como diz o anónimo das 3:38: "Há alguém sério que me dê uma resposta correcta e não apalhaçada" a todas estas perguntas?

Anónimo disse...

Cheira-me que o lobby do tal Adelino anda mesmo activo. Sabe Deus o que eles pretendem. O PROJECTO NÃO É BOM, É EXCELENTE! Pode é ter sido mal apresentado. Isso até posso concordar, mas deixem-se de hipocrisias e deixem de mandar areia para os olhos, porque vocês só foram capazes de iludir velhotes analfabetos.

Anónimo disse...

Julgo que estes anónimos fazem parte daqueles que foram chamados para bater palmas. Estavam os senhores convencidos de que isto eram favas contadas?? Julgam que mesmo os mais velhos não endederam a negociata?? Só assim se entende porque andaram sempre a esconder a identidade de uma empresa. è porque havia algo a esconder, não.
O que acham ques os mais idosos iriam dizer quando até a capela e sabe-se lá até o Senhor das Chagas ficassem pertença de uma qualquer sociedade anónima com sede sabe-se lá onde.
Se houvesse boa fé nisto tudo talvez não fosse preciso a presença de uma advogada. Ou seria?

Anónimo disse...

Talvez o Correio da Manhã queira apurar melhor esta triste novela...

Anónimo disse...

ao anónimo que fala na Capela e do Sr. das Chagas dou-lhe os parabéns deve de ser o REI do EMBUSTE, não seja demagogo, já que nunca fez nada em pról da dignidade da 3ª idade, fazer gestão corrente, nã chega achar que 2 casas de banho no lar de cima merecem reconhecimento é mediocre, já parece o paraquedista que disse na Assembleia que o processo era um chouriço, só veio a Sesimbra porque acha que o emprego da enteada está em perigo, se por ventura esta drª. for trabalhar fora de Sesimbra de certeza que o Sr. só virá cá a bnhos, depois há outros profectas da desraça que só querer segurar o ATL ( emprego da esposa ) à pois è, e o Doutor com ex pretensões a Preidente à falta de um partido a nível local para liderar quer ser lider da Santa Casa. Oh homens de interesses pessoais deixem de olhar para os vossos umbigos gordos e mal cheirosos e pensem no colectivo!!!!

Anónimo disse...

Este colectivo deste ultimo anónimo deve ser da SA.

Anónimo disse...

Nem pensar não sou da SA sou de Sesimbra, e embora jovem preocupe-me com as coisas da minha terra, NÃO à geração dos que estagnaram e não querem equipamentos decentes para Sesimbra ÒH o Sr. anómino antes de mim também está a defender um posto de trabalho de algum familiar.....

Anónimo disse...

Não sei o projecto é bom ou mau? Mas já serviu para pôr as pessoas a falar da Santa Casa!é positivo.

Zé do Empenho disse...

É pá vocês são todos anóminos Há Há Há, devem ser dos que assinaram a carta do Rasteiro com letra ilegivel, ou daqueles que depois escreveram a dizer que foram enganados, isto para a Assembleia da Misericórdia não se realizar

Anónimo disse...

Então, quantos quilos de ouro oferecido é que estão nos cofres da Misericórdia? Alguém sabe? Ou não existe nem um grama?

Anónimo disse...

Segundo julgo saber a vocação da Misericórdia de Sesimbra é a de apoiar as gentes da terra. Sendo assim, o que é que vêm para cá fazer as pessoas de Azeitão que em massa se inscreveram ultimamente como Irmãos? Virão para trabalhar graciosamente ou para tirar trabalho aos filhos da terra?
Manuel Balugas

Vai lá vai disse...

ÓH gentes desta terra, precisa-se de partido politico para ex-líder frustado, ex-vereador, ex-candidato, ex - ex- ex-


Precisa-se de " porevidência cautelar " para os embustes e para os " pontas de lança chorões "



IH IH IH IH

Anónimo disse...

Se o projecto em causa era tão bom porque vacilaram todos??

Anónimo disse...

Bom? era otimo, principalmente para enfermeiros e médicos, alguns deles ate fazem parte da mesa administrativa... era um Sr. TACHO!
e depois temos a "Xôra D. Rosa", que ja devia estar no lar e não a tentar geri-lo ou sera mais denegri-lo? Pois parece que pelo que me contaram, eles não tinham explicação para o "xôr demagogo", que mesmo sendo demagogo os deixou sem respostas. Deviam ter vergonha na cara de ir embora, porque se fossem uma boa equipa, metade da mesa não tinha abandonado o barco logo no inicio. ate porque a "xôra D. Rosa" quer mandar em tudo sozinha, para lhe fazerem à posteriori uma estatua em pleno jardim. e ta dito!

Anónimo disse...

Pescadores juntem-se, porque senão ainda vão buscar o Senhor das Chagas a Coimbraaaaaaaaaaa.........e até a tanga lhe tiram!

Anónimo disse...

E o xôr falhado na vida está com uma xôra dor de corno porque foi corrido de tudo quanto era lado e hoje nem em casa manda.

peixe-aranha disse...

É bonito ver como os anos passam e em Sesimbra tudo fica na mesma. Quer dizer, na mesma não fica, as pessoas vão envelhecendo. E conforme envelhecem a única perspectiva que têm é de serem despejadas no "lar" da Santa Casa, pelo menos enquanto a Segurança Social não o fechar.

Há pessoas que lutam pelo bem de estar de todos e há outras que só olhom para o seu umbigo, mas esquecem-se que também chegam a velhos.

A ideia é muito boa, tem todo o meu apoio, mas precisa de encontrar parceiros com maior credibilidade.

Guilherme Oliveira disse...

Não sou anõnimo, pois não preciso de me esconder. O meu nome foi dito na Assembleia,mas gosto do arqitecto de charcuteria! Quero apenas lembrar que na minha primeira intervenção fiz um cojunto de< perguntas e não obtive qualquer resposta!!!Porquê?É bom ter projectos, é bom que Sesimbra evolua, mas na realidade já verificaram a forma como o projecto seria eventualmente pago? Pergunta 1) Quando é que foi formada a empresa Segesaude SA? Pergunta 2) Quais os projectos em que a Segesaude SA esteve envolvida? Pergunta 3)Com que bancos trabalha a Segesaude SA para se poder tirar informações sobre a sua capqacidade financeira? Quem atira que o meu envolvimento é por causa do posto de< trabalho da minha enteada ao menos verifique que quando em Junho o Sr Provedor quiz encerrar o ATL nunca me ouviram sobre o assunto, pois considerei que se tratava de um assunto gestão da Santa Casa. Não faço parte de nenhum grupo de oposição como também não sou de< apoio. Por razões profissionais não gosto de ver um projecto que embora tenha opr base uma boa ideia estava mal concretizado.Ultima pergunta: se o negócio é tão bom (retorno em seis anos, como está indicado no projecto) porque não avança sozinha a Segesaude SA? Tenho a certeza< que a CMS a apoiará ser o projecto for bom.

Maria do Arremedeio disse...

óh queriducho Guilherme de Charcutaria, se se preocupa com nós os Sesimbrenses, porque não apareceu à mais tempo, nunca o vi nas Assembleias Gerais, ( só nesta) já agora há quanto tempo é irmão da Stª Casa, não diga que foi só um mês antes DESTA ASSEMBLEIA que eu não acredito, não é amor? que tal encabeçar uma comissão de boas vontades para ajudar à modernização da Stª. Casa ou mesmo fazer o projecto a titulo grátis nós peixitos agradeciamos!! E já agora querido, não diga que a sua outra enteada irmã da Drª funcionária da Stª. também está preocupada com Sesimbra, vocês são o máximos adoro-vos, são uns queridos..... todinhos!!!!!!

Anónimo disse...

Muito bem Sr. Oliveira
E a estas perguntas se acrescenta mais uma:
- A dita Sege ou Seges estava lá toda representada e inclusivamente o Sr.Fontes até já era irmão?
E andaram este tempo todo a esconder a ibentidade da SA PORQUÊ??????

Anónimo disse...

A Maria do Arremedeio tem de se ir arremediar para outro lado. Talvez se deva dedicar à costura..

Anónimo disse...

De facto, mentir é muito feio.

- Como é possível que estas cenas ainda aconteçam?

Já não bastava a incompetência, para ainda termos de aturar a desonestidade?

Haja quem nos acuda! Porque Sesimbra merece melhor!!!

Dedicada à Costura disse...

Que tal fazermos uma lista concorrente para Santa Casa
Provrdor O Rasteiro
Teoureiro O Manel ex- de tudo
Secretario o Chora
1º Secretario O Charcutaria
1º Vogal A Tia
2º Vogal A enteada

EU VOTAVA NELES

Anónimo disse...

a maria do arremedeio deve estar a ser paga pela mesa administrativa da santa casa ou então pertence a seges! porque so contradiz o sr charcuteiro, mas argumento que é bom...nada! responda la as perguntas inteligentes do dono da charcutaria se fez favor! nisso é que ajudava os sesimbrenses!

Anónimo disse...

Li de forma interessada os comentários à Assembleia da Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra. E li com o todo o distanciamento possível, até por não conhecer pessoalmente nenhum dos visados. Apesar de não ter aprofundado o assunto da forma que gostaria, surgem nesta mente curiosa alguns comentários e perguntas:

O objectivo da assembleia foi discutir uma ideia ou manifestar antagonismos políticos e pessoais?

Determinados comentários aqui colocados pretendem defender alguma das partes envolvidas (apoiantes do projecto e opositores) ou pura e simplesmente lavar roupa suja e descarregar alguma bílis de parte a parte?

Considero que esta mesa, segundo sei democraticamente eleita, tem todo o direito legal de apresentar soluções que considere benéficas à instituição. Considero igualmente, que existe todo o direito de questionar a utilidade do projecto e os seus benefícios ou prejuízos.

Segundo me parece, a opinião geral é que o projecto foi pouco aprofundado e acautelado. Deveria ser apurado o porquê. Por falta de capacidade? Por falta de tempo? Propositadamente? Caso o tenha sido pelos 2 primeiros motivos, enfim. Ao fim ao cabo não existe uma gestão profissionalizada da Instituição. Se foi propositado, então a situação toma contornos de gravidade e fere gravemente a credibilidade desta mesa.

Os projectos que visam o benefício de uma Instituição que serve a população não deveriam ser objecto de amplo conhecimento e debate? Os objectivos das duas “tendências” diferentes não são os mesmos (apesar de seguirem caminhos diferentes)? Ou o interesse da maioria não é a defesa da instituição e da população?

Não existiram inscrições para “Irmão” de parte a parte? Este processo foi ilegítimo ou contrariou os estatutos? Independentemente do tempo de ligação à Instituição não poderão ser expressas as opiniões de cada um?

Penso que se extremaram posições. Possivelmente a maioria dos “Irmãos” não conhecia sequer o projecto a fundo. Quer de um lado, quer de outro. Olhe-se menos para as pessoas e mais para as ideias (independentemente de quem as tiver).

Com o novo prazo para a apresentação do projecto penso que compete a esta mesa duas iniciativas importantes. Uma, que será deixar bem claras as “zonas nebulosas” questionadas e sem resposta. Outra, que será fazer do projecto apresentado um documento aberto ao debate e à clarificação dos Irmãos, para que a grande maioria possa aprovar ou rejeitar com base no mérito ou demérito da ideia e não no contar de espingardas. E sobretudo, que não se caia no erro da outra senhora, que era contra o aborto mas a favor dos “desmanchos”.

Rui Viana disse...

Parabéns ao anónimo das 22.05 pela sua intervenção cívica, transparente e racional.

De facto, da apreciação que faço do projecto, pareceu-me uma ideia excelente, bem estruturada do ponto de vista financeiro, ou seja, de facto um projecto de futuro para a nossa Santa Casa.

Na minha opinião, a mesa por falta de experiência em projectos desta dimensão e por não ter recorrido a especialistas em projectos deste tipo (penso que por falta de verbas) falhou em duas coisas:

Na pesquisa aturada sobre o parceiro de investimento;

E na apresentação do projecto que sendo na sua estrutura um bom projecto, estava mal explicado.

Por outro lado, fiquei abismado com o tipo de confrontação pouco digno e pouco civilizado de algumas pessoas ligadas a direcções anteriores, que parecendo não ter aceite a vontade democrática dos irmãos da Santa Casa, esgrimam argumentos pouco lúcidos, tendo mesmo demonstrado que não teriam entendido o projecto, certamente por falta de estudo prévio.

Por momentos julguei que estes lugares na mesa de direcção davam ordenados chorudos, mas não. Aquelas pessoas têm dedicado dias e noites àquela instituição de solidariedade social, apenas e só por solidariedade. ZERO é o vencimento daquelas pessoas.

Assim sendo, apelo ao bom senso dos irmãos da Santa Casa, pois deste projecto dependem muitas pessoas carenciadas, quiçá cada um de nós já amanhã.

Maria do Arremedeio disse...

Parabéns ao último anónimo, até que em fim alguém tem bom senso, e clareza de espirito. Sinceramente Parabéns.

Quanto aos anónimos que acham que eu sou da mesa ou da firma estão enganados, responder ao Sr. Charcutaria é impossivel como é que se compara uma unidade de cuidados continuados com o hospital de Santa Cruz? São chouriços de dimensões diferentes não acham???? Ou vocês são dos habitantes cá do sitio que ficam deslumbrados com para-quedistas.
E já agora deixem-se de maxismos, Não é por eu ser Maria do Arremedeio que tenho que saber costurar, eu sou mais para o tricô.

Anónimo disse...

Cuidados continuados e paliativos para quem tiver dinheiro, porque quem não tem, como a maioria dos "pexitos" fica a xuxar no dedo. porque uma unidade dessas paga-se bem. Mais uma vez não vem servir as gentes da terra...

Rui Viana disse...

As unidades de cuidados continuados, apesar da gestão privada, têm tabelas sociais taxadas pelo governo.

Anónimo disse...

Senhor Rui Viana

Em primeiro lugar agradeço a gentileza de considerar a minha intervenção de alguma utilidade. E gostaria de deixar bem claro que não me movem interesses de espécie alguma neste assunto, exprimindo apenas aquilo que penso da melhor forma que sei.

Não conheço o projecto a fundo para poder opinar (e como é óbvio uma opinião vale o que vale) sobre a sua viabilidade financeira ou capacidade para a resolução dos problemas económicos da Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra.

Espero ter oportunidade de analisar convenientemente o próximo projecto e eventualmente comentar o que penso sobre ele.

Sem colocar em causa a boa vontade das pessoas envolvidas no projecto, penso ser de elementar e primordial importância a análise da capacidade económica e da credibilidade de um parceiro económico num projecto desta dimensão. Entendo também que a complexidade deste tipo de parcerias implica um estudo profundo e porventura técnico. Mas não posso deixar de mencionar, que sou igualmente da opinião que devemos ter a humildade e a noção das nossas limitações. Se efectivamente este projecto é demasiado complexo e segundo me parece, caso não resulte, pode provocar um grande rombo no património da Santa Casa, porque não enveredar por um projecto mais “modesto”? Será esta a única solução? Se for, que sejam tomadas todas as medidas necessárias para acautelar o sucesso do mesmo. E isso passa numa primeira instância por um parceiro económico credível e acima de qualquer suspeita.

No que respeita ao facto das mesas não serem remuneradas e novamente sem colocar em causa a boa vontade das pessoas, sejamos honestos. O estatuto e a promoção pessoal estão implícitos. Se assim não fosse certamente que estes antagonismos não existiriam. Seria mais o jogo do “empurra”.

Anónimo das 22:05

Rui Viana disse...

O problema é que a Santa Casa na verdade não tem viabilidade financeira, mas neste momento tem um trunfo na mão que é a possibilidade de ficar com a exploração da unidade de cuidados continuados. A gestão desta unidade é rentável para entidades com gestão privada e experiencia no assunto. No entanto se a Santa Casa não agarrar já essa possibilidade, a Segurança Social entrega-a a outro parceiro, e aí muito provavelmente a Santa Casa fecha portas pela inviabilidade referida atrás.
Claro que a Santa Casa poderia recorrer à banca directamente, mas e depois, teria capacidade para gerir a unidade de cuidados continuados? Creio que não. Para além disso, sózinha não teria garantias reais para dar a um banco.
Por isso considero o projecto bom. Falta analisar a qualidade do parceiro, bem como as clausulas de segurança para a Santa Casa.

Anónimo disse...

Falar do AINDA NÃO PROJECTO... Não vou! Sou contra! E explico porquê: Foram para a Assembleia os Senhores a esfregar as mãos de contentes: "já são favas contadas! Como Sesimbra tem uma maioria populacional de idosos carenciados e analfabetos, não entendem nada e vamos ajudar com a PÉSSIMA APRESENTAÇÃO e vão achar o máximo um hospital minúsculo e um lar novo (que vão ser contruídos sobre um terreno que ainda não foi doado)!" Pensaram eles! Azar dos azares!... Estavam lá pessoas que sabem usufruir do seu QI em detrimento dos próprios e da dita população velhinha! Eu vi, avós, que no final não estavam assim tão contentes com a ideia de que para ter um lar novo, teriam que abdicar do seu santinho! Mas do quê é que elas percebem?! São velhinhos, não são?! Acho que alguns dos que lá estavam, só estavam preocupados em vir cá para fora dizer mal e já agora... Em MUITO MAU português! Porque, mais chocada que, com o "projecto", fiquei com o português desta gente! Oh meus amigos!... Zzzz zzzz!... Não se escreve assim! Deviam de ter vergonha de chamar aos velhotes analfabetos!!!!!...
O sr. do "vai vi"... O QUE É ISTO?!?! Nunca ouvi tal expressão! Muito Má!!!!!!!! De péssimo gosto!!!
E Para a do TRICOT, porque de senhora deve ter pouco... (já agora, é importante dizer... É assim que se escreve TRICOT - é uma palavra de origem francesa!)
Tiro-lhe o chapéu pelo seu discurso! É uma séria candidata ao Gato Fedorento, versão BREGA!...
Termino só dizendo que quanto ao "paraquedista", achei imensa piada, foi de bom gosto, até porque o sr. fez uma entrada de paraquedas, mas na minha opinião... Aterrou muito bem!!

Maria do Arremedeio disse...

ÒH meu querido anonimo das 23 e tal gostei dos comentários que fez à minha pessoa, tricô senhora é com o acordo peixito........

Já é tempo de tanto os cuidados continuados como os paliativos, chegarem à população que deles necessita e para isso talvez a sociedade civil tenha que fazer " pressão " é o futuro da população e de todos nós SEsimbra além de bela piscosa a nível de cuidados de saúde é o que todos sabemos.


Já agora demagogia com velhinhos não! 3ª idade com dignidade.

Anónimo disse...

O Rui Viana anda a receber formação acelarada do Zé Enfermeiro. Mas que grande técnico de saúde que vai sair dali...

Rui Viana disse...

Permita-me a falta de humildade de dizer que também sei estudar sózinho. Foi-me pedida a opinião sobre o projecto, foi-me entregue uma brochura igual à que foi entregue na Assembleia, estudei-a e como achei que estava de facto demasiado sucinta, fiz perguntas que me foram respondidas, e assim percebi o projecto. É que eu tenho o hábito de só emitir opiniões depois de perceber as coisas. Quando não sei, ouço os outros atentamente e não faço criticas gratuitas. Se é que me faço entender...

Guilherme Oliveira disse...

Sr. Rui Viana
Gostei da sua intervenção e porque me parece racional, gostaria que me respondesse a pergunta final.
1ªA SCMS vai investir € 3 382 900
2º O parceiro vai pagar a partir do 7º ano o valor de € 90 000 anuais.
3º A SCMS vai ficar com novas instalações, o que é bom.
4º As novas instalações, por si só não tornam viáveis todas as outras actividades da SC, que actualmente são deficientes.
5º A renda do parceiro à SCMS terá que ser, em primeiro lugar, para pagar o empréstimo de € 3 382 900, que terá um prazo não inferior a 40 anos.
6º Antes deste periodo não terá qualquer beneficio financeiro para as suas actividades.

Perante os dados que têm por base os numeros apresentados, pergunto como se pode afirmar que o projecto é bem estruturado e com vantagens para a SCMS?
Na realidade o projecto apresentado não se encontra minimamente estruturado, pois além de outros pontos relativo a valores de custos, não apresenta uma conta de demonstração resultados previosionais que nos permita fazer uma análise mais correcta.
Fico satisfeito por lhe terem sido respondidas as suas perguntas porque a mim nenhuma foi respondida.
Sugestão: O parceiro deverá fazer uma garantia bancária no valor do investimento da SCMS, que cubra qualquer desvio ao programado.

Anónimo disse...

Manifestei neste blogue algumas opiniões relativas à Assembleia da SCMS, onde foi discutido um documento designado “Projecto Integrado Social e Saúde de Sesimbra”.

Face a algumas posições apresentadas, achei essencial uma leitura o mais atenta possível ao documento apresentado, tendo-o feito da forma mais profunda que consegui.

Apesar de me considerar, modéstia à parte, com um QI não inferior à média, confesso humildemente a minha incapacidade de entendimento de alguns pontos. Caso alguém, certamente mais iluminado que eu, possa esclarecer algumas questões, ficar-lhe-ia de todo agradecido.

Apesar de ter lido e relido o documento, não consigo entender (possivelmente por incapacidade minha), se a SCMS faria “apenas” a transferência do património no valor de 3.382.900 euros, ou se, igualmente, teria a responsabilidade do pagamento do financiamento sobre esta verba.

Caso tenha essa responsabilidade, surgem-me umas dúvidas a nível da matemática elementar. Segundo entendi, os benefícios em termos de encaixe financeiro da SCMS (e passo a transcrever) seriam:

a)“Nos primeiros 3 anos a renda mínima mensal será no valor igual ao libertado pela ARS”.

Questões:
O que se entende por valor libertado pela ARS? O valor pago pela ARS pela prestação de serviços de saúde na Unidade de Saúde de Cuidados Continuados, nos casos contratados pela ARS? Em caso positivo qual a verba prevista? Certamente haverá possibilidades de extrapolação baseadas em estudos ou casos similares.

b)“Do 3º ano a 6º ano a renda mínima é aumentada, passando a ser o valor corrente mais 1.500€”.

Questões:
Entende-se por valor corrente, as verbas mencionadas na alínea a)?

c)“A partir do 6º ano a renda é a maior de 4.000€ minímo ou 3% da facturação anual”.

Ou seja, sendo adiantado um numero previsional de facturação anual de 3.000.000 euros, a receita situar-se-ia entre 4.000 euros e 7.500 euros.

Depreendo que, tendo em conta que o valor da renda é aparentemente crescente, o que se justifica pela amortização do financiamento, o valor mencionado como “libertado” pela ARS será inferior a 2.500 euros mensais.

Resumindo:

A SCMS passará a beneficiar de 2.000 a 2.500 euros nos primeiros 3 anos, 4.000 euros nos segundos 3 anos e 7.500 euros nos seguintes 24 anos (até perfazer o prazo contratual de exploração).

Tendo em conta a responsabilidade assumida no financiamento (quota parte de 3.382.900 euros), qual será o montante mensal do encargo bancário? Parece-me inviável, mesmo salvaguardando hipotéticas taxas de juro extremamente favoráveis, que seja inferior a 10.000 euros mensais.

Quais são as vantagens financeiras que vão permitir equilibrar o orçamento da SCMA?

Anónimo das 22:05

Rui Viana disse...

Em primeiro lugar gostaria de referir que nada tenho a ver com a mesa da Santa Casa. Apenas me foi pedida uma opinião sobre o projecto.
Vejo que de facto foi tudo muito mal entendido:
Em primeiro lugar a Santa Casa pretende avançar com um projecto que compreende a construção de um novo lar, junto com um serviço de cuidados continuados e remodelação total das instalações actuais na vila. A CMS oferece um lote na Maçã. Os custos deste projecto, fora o lote oferecido são de cerca de 11.000.000 de euros incluindo equipamento. A Santa Casa “vende” alguns lotes que não lhe servem para nada no valor de 3.400.000 euros. Precisa de um financiamento de mais 7.600.000 euros aproximadamente. Não tem garantias reais para dar mas tem na mão a exploração dos Cuidados Continuados (C.C.). Uma empresa financiadora avança (empresta) com os 7.600.000 euros para construir tudo o que referi. Em troca, fica com a exploração dos C.C. e paga à Santa Casa uma renda pelo aluguer do hospital e uma percentagem do lucro obtido durante 30 anos. Da percentagem do lucro, retira uma prestação mensal para amortização do empréstimo de 7.600.000 euros até este estar amortizado (penso que em 7 anos). A Santa Casa fica proprietária de um património no valor de 11.000.000 euros + o valor do terreno na Maçã que entre outras mais valias, permite receber uma renda do hospital e explorar os C.C. ou dar a sua exploração novamente a seguir ao contrato de 30 anos, conforme a decisão da mesa dessa altura.

Anónimo disse...

Afinal não é só o Zé Enfermeiro que colabora com o Rui Viana.
Pela maneira habilidosa como faz contas, também recebe ajuda do Augusto Duarte, que é o mestre da engenharia financeira.
Não sabia é que eles eram tão amigos

Anónimo disse...

Estão aqui a serem discutidos assuntos sérios e há pessoas a esforçarem-se para esclarecer este assunto tão importante para os Sesimbrenses. Os idiotas anónimos importam-se de ir largar larachas para outra freguesia? De preferencia fora de Sesimbra.

Anónimo disse...

Obrigada e parabéns ao Rui Viana por esta ultima intervenção. Percebi melhor o plano da SCMS agora, do que em 40 e tal comentários e mais uma noite na Assembleia de Irmãos.

gato escaldado disse...

Para além das contas, é muito importante ver como é distribuido o risco. Como em qualquer investimento que envolve privados é preciso colocar a hipótese de abandono ou falência do parceiro. Nesse caso quem assume o risco? O dinheiro terá necessariamente de vir de um banco ou de uma sociedade ou fundo financeiro. Quem dá garantias? Quem assume a responsabilidade do pagamento no caso de abandono do privado? Quando não há garantias reais para avalizar o empréstimo, e mesmo quando as há e o dinheiro vem de um fundo financeiro, as taxas costumam ser muito mais altas, e este aspecto pode fazer toda a diferença. É preciso ter em conta que por detrás destes "parceiros" costumam estar grandes grupos económicos que dominam muito bem estas operações financeiras, enquanto as pequenas instituições como a SCMS ficam deslumbradas com tanta engenharia financeira e por inexperiência são enroladas. Por isso, para além de uma apreciação cuidada e transparente, seria aconselhável um prévio parecer de uma entidade independente e conhecedora destes assuntos, ou até de um banco com que a SCMS trabalhe e não esteja por detrás da operação.

Anónimo disse...

"Estão aqui a serem discutidos", diz o anónimo das 22:22. Faça como o Rui Viana, peça ajuda. No seu caso o Professor Nabais dava uma jeitinho...
E não é preciso sair de Sesimbra.

Rui Viana disse...

Subscrevo por inteiro o comentário do gato escaldado e espero que a mesa da Santa Casa esteja a ler estes comentários. Esta sugestão do gato escaldado deve ser levada em consideração.

Anónimo disse...

Pois é...
Um sociedade criada em Maio 2007 não há-de ter grande passivo, ou terá??

Anónimo disse...

Gato escaldado de Socialista tem medo...

Anónimo disse...

Soube que a SCMS foi assaltada ontem por arrombamento de uma porta. Dizem que o assaltante era dono de uma charcutaria lá para Azeitão e a unica coisa que desapareceu foi o famoso projecto do novo lar e hospital. Mobil do crime: a saciedade por chouriços.

Anónimo disse...

Aina bem que levaram o projecto

Anónimo disse...

O anónimo das 12.28 ainda estava a engolir o chouriço e ao falar com a boca cheia não percebemos o que disse.

Anónimo disse...

No último jornal " RAIO DE LUZ " o Augusto Pólvora está a tentar limpar-se da ligação ao projecto da SCMS.Tenha vergonha!

ave-rara disse...

Em 1º lugar quero dizer que não sou "irmã" da SCMS, mas tenho uma irmã germana (não é o nome dela mas apenas a seginação do nosso cód. civil para os filhos do mesmo pai e da mesma mãe), mas adiante, é de lamentar a intervenção do anónimo da 20:45 do dia 17/10. Passo a explicar o porquê. Sr. deve ser daqueles que acha que numca vão chegar a velhos e acha que os velhos são uns inuteis. a D. rosa Gomes, conseguer ter mais conhecimento, mais genica, mais intervenção na vida da comunidade e em prol da mesma do que o Sr. na sua vida inteira. Fazer comenta´rios depreciativos é muito fácil, fazer algo dferente e para aqueles que mais precisam é só para alguns e entenda-se que o sr. calarmente não faz parte deles.
Não conheço o projecto da SCMS, mas entre não ter-mos nada e um projecto que precise de melhorias é claramente preferivel a ultima hipotese.
espero que na sua velhice não precise de ir para a scms e sobretudo aconselho a olhar para aqueles que sem ganharem um único tostão dar o melhor de se a quem precisa - entenda-se neste caso a Sr. D.Rosa gomes . aprenda com os que são um exemplo talvez ainda vá a tempo.
p.s. para que fique esclarecido conheço e privo com a sr. visada e muito tenho aprendido com ela. é um privilégio que o sr.anónimo talvez nunca tenha.
pelo expoto tenho dito.

ave-rara disse...

peço desculpa pelas trocas de letras e falta das mesmas, mas com a geração futura ao colo torna-se dificil fazê-lo.

Anónimo disse...

Já viram como está o Hospital Fernão Mendes Pinto?
Bendito parceiro da SCMS e abençoada mesa da SCMS que queria ter tal parceiro!!!

Anónimo disse...

Esta Ave Rara tem tiques de jurista... Talvez tenha ficado muito desiludida pois o seu emprego de futuro ficou em risco. Paciência...procure outra SA.

Anónimo disse...

Hospital Fernão Mendes Pinto:
enfermeiros exigem salários

Os trabalhadores da unidade de saúde de cuidados continuados do Hospital Fernão Mendes Pinto, em Coimbra, ameaçaram, esta quinta-feira, paralisar os serviços e entrar em greve, caso não vejam pagos, durante o dia de hoje, os salários em atraso, bem como os subsídios de férias e Natal.
Em declarações à TSF, Paulo Anacleto, do Sindicato dos Enfermeiros, acusa ainda a instituição de não fazer os descontos para a Segurança Social, garantindo que «os trabalhadores descontam no seu vencimento, entregam à instituição e esta não faz a transferência para a Segurança Social».

De resto, a estrutura sindical assegura igualmente que «nós temos variadíssimas formas de contratação naquela unidade, com prestação de serviços, com contratos inclusivamente ilegais».

A situação, assegura Paulo Anacleto, «tem vindo a agravar-se», sendo que alguns enfermeiros já pediram, inclusivamente, rescisão de contrato, deixando ao mesmo um ultimato: ou o Hospital Fernão Mendes Pinto paga, até esta quinta-feira, os salários de Agosto e Setembro, assim como os subsídios de férias e Natal que estão em atraso, ou, a partir de amanhã, os funcionários apenas garantem os serviços mínimos.

25-10-2007 13:13:03
In:ttp://diariodigital.sapo.pt

Anónimo disse...

Hospital Fernão Mendes Pinto? Vejam:
http://jn.sapo.pt/2007/10/25/primeiro_plano/hospital_risco_perder_todos_funciona.html
Preocupante, não?
Se isto é a "Saúde privada" em Portugal, então força SCMS! Em frente com essa parceria para Sesimbra! Depois, quando der o estoiro, faremos as contas!

Anónimo disse...

No comentário anterior não ficou o endereço completo:
http://jn.sapo.pt/2007/10/25/primeiro_plano/hospital_risco_perder_todos_funciona.html
Espero que vá agora ...

Anónimo disse...

3ª tentativa:

http://jn.sapo.pt/2007/10/25/
primeiro_plano/hospital_
risco_perder_todos_
funciona.html

Anónimo disse...

"Hospital em risco de perder todos os funcionários"
Veja-se mais este artigo do JORNAL DE NOTÍCIAS de Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

ISTO É UM ESPANTO...


"Hospital em risco de perder todos os funcionários
Manuel Correia

Unidade de Saúde de Coimbra está mergulhada numa grave crise financeira


Miguel Gonçalves

A ameaça foi feita e os cerca de 70 profissionais que trabalham na Unidade de Saúde de Coimbra (USC) garantem que é para cumprir. Se a administração do hospital privado não pagar, até hoje, os salários de Agosto e Setembro e os subsídios de férias e de Natal em atraso desde 2005 e se não regularizar os stocks de bens consumíveis "indispensáveis ao cuidado dos utentes", as entidades oficiais e os familiares dos cerca de 100 doentes internados na USC vão ser informados "para o necessário encaminhamento dos utentes para outras instituições".

"A situação é de ruptura e muito grave", asseguraram, ao JN, vários actuais e ex-trabalhadores da USC, membros do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e familiares de antigos utentes do hospital da Fernão Mendes Pinto Saúde, SA."
ETC. Leiam

Anónimo disse...

"Hospital pioneiro de cuidados continuados abre em Março

Um hospital pioneiro vocacionado para os cuidados continuados vai começar a funcionar em Coimbra em finais de Março, uma iniciativa da Associação Fernão Mendes Pinto, com parceria de investidores privados. 28-02-2005

DE BESTIAL A BESTA EM APENAS DOIS ANOS???

Anónimo disse...

"COIMBRA
Trabalhadores de hospital ameaçam com greve
Os trabalhadores da unidade de saúde de cuidados continuados do Hospital Fernão Mendes Pinto, em Coimbra, ameaçam paralisar os serviços, se não forem pagos, até esta quinta-feira, os salários em atraso, bem como os subsídios de férias e Natal. "

( 11:46 / 25 de Outubro 07 )

in: TSF online
http://www.tsf.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF184798

Anónimo disse...

Vejam só como estes acordos são seguros e do que a SCMS se pode ter livrado:

Transcrevemos do DIÁRIO DE COIMBRA:
“Pensávamos que o Estado era uma pessoa de bem”
O hospital da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada abre dia 12, totalmente requalificado. Porém, a denúncia de um protocolo entre o Ministério da Saúde e ARSC com a instituição pode levar ao encerramento logo a seguir. Provedor e director clínico estão indignados.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, João Peres, e o director clínico do novo hospital da instituição, Luís Oliveira, estão indignados com a Administração Regional de Saúde do Centro (leia-se Fernando Regateiro) e com o Ministério da Saúde (ministro Correia de Campos). De acordo com João Peres, a Santa Casa fez um investimento de 1,5 milhões de contos para reconstruir, requalificar e equipar o hospital da Mealhada, sendo que essa requalificação foi feita – conta o provedor, também com base num acordo com a ARS Centro para a cedência de 30 camas de convalescença.

Acontece que a ARS (Ministério da Saúde), pela voz de Fernando Regateiro, informou a Misericórdia da Mealhada da «denúncia desse acordo, dizendo que não se justifica por a Mealhada estar a 15 quilómetros de Coimbra» e não querer [a tutela] «fomentar o consumo».

O pior veio a seguir! Ontem mesmo, quando o Diário de Coimbra foi visitar o novo hospital e falar com estes dois responsáveis, João Peres e Luís Oliveira tiveram acesso a um documento do Ministério da Saúde que divulga a atribuição do mesmo equipamento (camas) a outras novas unidades de saúde. Nomeadamente ao Centro de Saúde Hospitalar Fernão Mendes Pinto, em Coimbra.

«Como é que a ARS vai dar 35 camas à Fernão Mendes Pinto, que está dentro de Coimbra, e quebra o protocolo que tem com a Misericórdia da Mealhada?», pergunta, indignado, João Peres.

NOTA: Porque não solicitar uma investigação à "rectaguarda" da Fernão Mendes "Minto" ?

Tudo será depois bem mais claro...


in: http://beirabeira.blogspot.com/2006/08/indignao-no-novo-hospital-da-mealhada.html

Anónimo disse...

Talvez agora o sr. Viana se queira pronunciar...

Anónimo disse...

Mais exemplos:
"Tábua - Unidade de saúde vai ter 72 camas
.
A Santa Casa da Misericórdia de Tábua está a ultimar a empreitada que recuperou o seu antigo hospital. Depois de um investimento na ordem dos quatro milhões de euros, a nova valência poderá vir a ser a maior unidade de cuidados continuados de Portugal.
...
A Misericórdia assinou um protocolo de cooperação com a Associação Fernão Mendes Pinto, que seria a entidade gestora do hospital. Alguns incumprimentos por parte da associação inviabilizaram a parceria."

Voz das Misericórdias

in:http://www.agencia.ecclesia.pt/pub/19/noticia.asp?jornalid=19¬iciaid=40931

ave-rara disse...

ao anónimo do dia 25/10/2007 ds 22.23.

Não preciso da SCMS para viver e muito menos de aproveitamentos de qualquer espécie e por isso as suas insinuações não me causam qualquer preocupação.

Mas talvez o sr. anónimo tenha interesse em que tudo fique como está e precise de tachos de qualquer indole para viver.

Anónimo disse...

esta ave-rara só boceja larachas...(deve ser da família)
ainda não consegui ler algo que ajude a decifrar o problema, apenas apregoa que são todos muito boas pessoas e que o pseudoprojecto é mto bom e tal...
ave-rarissima!

Anónimo disse...

Esta é uma interessante discussão e mesmo as opiniões masi disparatadas são importantes, quanto mais não seja para alegrar a conversa. Não precsaram todos os Reinos de bobos da corte? Não precisaremos ainda?
Há aqui questões muito importantes em relação a um projecto que no minimo é original e abana um bocado com a falat de criatividade e de soluçoes para a área dos idosos.
Mas nos ultimos comentários apareceram transcrições de jornais sobre a Fernão Mendes Pinto Saude S.A. e parece-me um pouco despropositado que a credibilidade do seu projecto em Coimbra seja posta em causa em consequência das dificuldades económicas, na medida em que é o unico projecto nacional privado que não pertence aos grandes grupos económicos que tentam dominar a saude (espirito santo, melo, bpn). Assim não é fácil de rentabilizar um projecto mas é corajoso e talvez daqui a uns anos se consider que esta lança em àfrica tenha dado os seus frutos. è cedo para avaliar o êxito da Fernão Mendes Pinto como é cedo para avaliar a opção da santa casa da misericórdia de tábua em romper o acordo com A FMP. O certo é que o País está a mudar e como reafirmo a FMS foi o unico projecto nacional que permitiu a construção de um Hospital num novo modelo de parceria que aproveita as mais valias instaladas no terreno como as IPSS e misericórdias dotando-as de capacidade de financiamento.
As dificuldades económicas da Fernão Mendes Pinto Saude S.A. não são maiores que as dificuldades económicas da Associação Fernão Mendes Pinto e não serão também muito inferiores às dificuldades económicas de muitas misericórdias. Não é por isso que se perde credibilidade. Ou será que é por a santa casa da misericórdia de sesimbra dever uma quantidade significativa de dinheiro a fornecedores que perde credibilidade? Por não ser a trabalhadores?
Julgo que deveremos elevar um pouco o nivel intelectual da discussão e centralizármos a mesma no essencial: é possivel fazer o projecto ou não. Que soluções é que existem. Que outros parceiros os participantes neste forum conhecem. Que Bancos podem fazer assessoria gratuita ao projecto, ou mesmo pessoas. Que capacidade económica a santa casa tem para contratar comissões de acompanhamento. Qunato custa fazer um concurso e um caderno de encargos para um projecto desta natureza.
Das duas uma: ou centramos a conversa no essencial ou poderemos partir para as ofensas pessoas, saber das tendências sexuais das pessoas, do seu meio de vida, dos interesses, às vezes de cama, de alguns intervenientes, das ligações/relações com trabalhadoras da santa casa, das vigarices pequeninas que todos já fizeram e alguns continuam a fazer, etc.
Contudo este é um caminho ainda que interessante pouco importante, especialmente para os idosos que vivem indignamente nos lares actuais da misericórdia com a cobertura técnica dos seus responsáveis e da mesa adminsitrativa.

Anónimo disse...

Ao Anónimo das 3/11/07 02:20:

Fala assim porque não são os seus bens que poe à disposição. Se fosse um negócio seu pensava duas vezes ou mais, não!?

Anónimo disse...

acho graça a tudo isto que se diz...
mas na realiade o que a santa casa teve foi uma grande ideia!
o mais engraçado é que as pessoas que criticam este projecto, secalhar estiveram por dentro dos assuntos da santa casa, e não estiveram a altura de um projecto destes!
a "dor de cotovelo" é um mal muito grande na vila de sesimbra

Anónimo disse...

Querem novidades sobre "O Sesimbrense", então vão a:

www.picadas-ssb.blogspot.com/

Anónimo disse...

Passa-se algo de muito estranho com o Jornal Online O Sesimbrense:
Até hoje, trazia uma noticia sobre a Assembleia da SCMS na pág.2 contada na versão do Sr Manuel Adelino, com aquela visão distorcida e aquela linguagem a que já nos habituou, mas sem assinatura no final. Agora já tem o nome no final e passou a ter a palavra publicidade no inicio. No entanto, não encontrei toda a outra publicidade do jornal em papel, nem na pág. 2 nem no resto das páginas. Será que para o Jornal O Sesimbrense uns anunciantes são mais iguais que outros?